A mídia mostra e obriga, o povo vê e aceita.
Quando falta discernimento, sobra paixão cega.
Textos e reflexões sobre política, poder e organização social, explorando instituições, democracia e os conflitos que moldam a vida coletiva.
Quando falta discernimento, sobra paixão cega.
Uma síntese daquilo que está sendo construído há décadas, tendo como pano de fundo, as igrejas evangélicas neopentecostais no Brasil.
“O sujeito ideal de um regime totalitário não é o nazista convicto nem o comunista convicto, mas alguém para quem a diferença entre fato e ficção — entre verdadeiro e falso — já não existe.”
O recente apelo de Donald Trump para que os Estados Unidos retomem os testes de armas nucleares reacendeu o temor de uma nova corrida armamentista e trouxe à tona um capítulo sombrio da história americana: as explosões atômicas realizadas nas Ilhas Marshall, no Pacífico.
Lula lembrou que na ditadura pôde se despedir da mãe, mas na democracia foi impedido de velar o irmão por decisão de Toffoli. O contraste revela mágoas profundas, como as ausências e traições que todos carregamos.
Líderes bolsonaristas buscam manter influência ao desacreditar o processo eleitoral, criar suspeição e preparar sua base para contestar uma possível vitória de Lula, usando narrativas radicais, ataques à imprensa e tensão institucional
Lula é o lobo cinzento: conhecido, social, cauteloso e focado em proteger seu território.
Flávio Bolsonaro é a hiena: oportunista, dependente do clã, mentiroso e corrosivo às instituições.
Enquanto o lobo preserva a floresta, a hiena tenta devorá‑la por dentro.
Os EUA existem como nação independente há 250 anos, desde 1776. Desses 250 anos viveu, aproximadamente, 215 anos em guerra. Com 35 anos de paz, sendo que o maior intervalo contínuo de paz foi de apenas 5 anos, durante a grande depressão.